Campanha Neuro em Ação alerta para perigos de hábitos cotidianos

Campanha Neuro em Ação alerta para perigos de hábitos cotidianos

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Celular e direção, mergulho em águas rasas e má postura corporal serão temas da Neuro em Ação, campanha que alerta para os perigos de hábitos cotidianos.  É uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) e conta com atividades simultâneas em várias capitais do país.

“Estudos mostram que, hoje, o celular e a direção matam mais que o álcool combinado ao volante. Precisamos trabalhar na vertente da prevenção, preservando vidas e evitando consequências danosas à saúde da nossa população”, alerta o médico neurocirurgião Benjamim Pessoa Vale, que está na coordenação da campanha.

O uso do celular à direção, o mergulho em águas rasas e as más posturas corporais provocam sequelas e lesões que podem ser evitadas. É com esse objetivo que a Neuro em Ação visa promover a disseminação de informações de utilidade pública e a realização de ações educativas.

Programação

Em Petrolina, a NEUROLIGA, em conjunto com os Residentes de Neurocirurgia e do Professor Orientador José Moura, realizam atividades de conscientização em escolas públicas e privadas da região.

A programação inicia-se nessa segunda-feira (11) e se estende até sexta-feira (15), tendo a programação divulgada na página de eventos do nosso site ( http://www.neuroligaunivasf.com.br/category/eventos/ ).

Neuro em Ação 2017 aborda os temas: Mergulho em Água Rasa; Celular e Direção e Postura e Lombalgia!

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Do dia 11 a 15 de setembro de 2017, acontece o evento Neuro em Ação, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), e claro, a NEUROLIGA não poderia ficar de fora.

 

 

Mas qual o intuito desta campanha? Visamos a conscientização em massa quanto aos perigos de hábitos cotidianos, como: o uso do aparelho celular à direção; o mergulho em águas rasas e as más posturas corporais. O slogan da campanha já diz muito sobre sua importância e orienta – Use a cabeça! Proteja o seu corpo!

Os temas da campanha são de grande importância, pois, algumas atitudes podem causar graves consequências e até mesmo serem fatais.

A ação ocorre em comemoração aos 60 anos da SBN e compõe o Projeto Pense Bem, cujo o objetivo é a educação preventiva a acidentes de trânsito com traumatismo crânioencefálico (TCE) e, consequentemente, evitar os neurotraumas.

As ações educativas que envolvem a campanha acontecerão simultânea e disseminadamente nas principais capitais e cidades brasileiras, com representantes e especialistas renomados nos setores de neurocirurgia, neurologia, coluna vertebral, tratamento da dor, entre outros profissionais médicos que terão como missão promover informações a toda população brasileira.

E aqui em Petrolina-PE, nós da NEUROLIGA, com o apoio dos Residentes de Neurocirugia e do Professor Orientador José  Carlos de Moura, estaremos representando essa campanha.

Segue nossa Programação Semanal Parcial, sujeita a alterações:

Não fique de fora! E quem não conseguir acompanhar as atividades, use essa campanha para conscientizar todos do seu dia a dia.

App de jogo de memória melhora função cognitiva em pacientes com deficit cognitivo amnéstico.

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“Game Show”, jogo para treinar o cérebro desenvolvido por neurocientistas britânicos.

Um jogo desenvolvido por neurocientistas da Universidade de Cambridge para treinamento do cérebro tem se mostrado eficaz para melhorar a memória de pacientes nos primeiros estágios de demência e poderia ajudar a evitar alguns sintomas de perda cognitiva. Os pacientes jogaram o “Game Show” por um mês, em 8 sessões diárias de uma hora.

Veja o artigo na integra.

Os pesquisadores constataram os pacientes com comprometimento cognitivo leve amnéstico (aMCI) que usavam o jogo melhoraram cerca de 40% a pontuação de memória e motivação e cometeram erros três vezes menos, quando comparado ao grupo controle. Além disso, observaram também que o grupo que jogou também foi capaz de reter informações visuais mais complexas.
“Os pacientes acharam o jogo interessante e atrativo e se sentiram motivados a continuar jogando durante 8 horas. Esperamos estender estes resultados em estudos futuros sobre o envelhecimento saudável e doença de Alzheimer leve”, disse George Savulich, que liderou o estudo na Universidade de Cambridge.
Segundo a OMS, a demência é uma condição que afeta 47.5 milhões de pessoas no mundo (2015), com uma incidência de 7.7 milhões/ano. O comprometimento cognitivo leve amnéstico (aMCI ou CCL amnéstico) é uma estagio de transição entre o envelhecimento saudável e a demência e é caracterizado por deficits de memória de curto prazo ao longo do dia e problemas motivacionais. Atualmente não existe medicamento eficaz para as disfunções cognitivas nesses pacientes.
Especialistas independentes disseram que as conclusões do estudo são encorajadoras, mas que o aplicativo precisa ser testado em outras formas de treinamento do cérebro em testes clínicos envolvendo mais pessoas.
“Apesar de que este tipo de treinamento do cérebro não será capaz de impedir em última análise ou curar doenças de memória como a demência, (é) um caminho promissor para melhorar sintomas iniciais da doença da memória”, disse Tara Spiers-Jones, da Universidade de Edimburgo.

Fonte: G1 | ScienceDaily

O que acontece ao seu cérebro se não dormir? Este é o maior estudo sobre sono e cognição

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Investigadores da Universidade de Western, no Canadá, estão realizando um estudo para avaliar como a falta de sono afeta o nosso cérebro. Mas esta pesquisa tem uma particularidade: a equipe quer que pessoas em todo o mundo participem nos seus testes. Como? Online, claro.

Problemas cardíacos, obesidade ou diabetes são algumas das doenças físicas ligadas a ausência de descanso. A falta de sono é um problema cada vez mais atual e global que, além de influenciar a produtividade, pode prejudicar significativamente a saúde. Mas, para perceber melhor como o sono e a sua privação afetam zonas específicas do nosso cérebro, Adrian Owen, neurocientista do Instituto do Cérebro e Mente de Ontário, no Canadá, lançou o maior estudo de sono e cognição do mundo.

“Sabemos que a interrupção do sono nos afeta de algumas maneiras, e que há pessoas que sentem o impacto mais do que outras. Mas, surpreendentemente, há poucas pesquisas sobre como os nossos cérebros lidam com essa privação de sono”, afirma Adrian Owen.

O estudo, lançado esta semana, pede aos participantes que iniciem sessão num site criado por neurocientistas, e que monitorizem os seus sonos durante três dias. Durante este período, a atividade cerebral dos voluntários será avaliada através de jogos e testes, que podem ser feitos através do computador, tablet ou smartphone. Segundo Adrian Owen, os investigadores pretendem perceber que quantidade de sono é “suficiente”, como a saúde do cérebro é moldada, a curto e a longo prazo, pela privação do sono, ou ainda se atinge da mesma forma pessoas de idades e trabalhos diferentes. “Neste estudo temos oportunidade de aprender muito mais sobre a resposta cerebral ao sono do que alguma vez tivemos. E o que aprendemos tem potencial para mudar a forma como milhões de pessoas vivem o seu cotidiano“, refere.

Depois de três dias de testes, os participantes podem ter acesso aos seus valores de sono e desempenho e comparar com os de outros voluntários. Estes dados de sono e cognição serão analisados com a intenção de partilhar os resultados dentro de seis meses.

Dormir é tão essencial como comer ou respirar, mas é frequente colocarmos essa necessidade em segundo, terceiro ou quarto lugar “devido à maneira como as exigências do trabalho aumentaram, a par e passo com a tecnologia e a forma como isso nos permitiu estar conectados ao nosso trabalho 24 horas por dia e sete dias por semana”, explicou Arianna Huffington, autora do bestseller norte-americano ‘A Revolução do Sono’.

O estudo é monitorizado pela Cambridge Brain Sciences, uma plataforma online líder em saúde cerebral, com mais de sete milhões de testes realizados por pessoas em mais de 75 países. “A Internet forneceu esta oportunidade sem precedentes de envolver o público nas pesquisas científicas, pesquisas essas que podem extrair uma mina de ouro de dados sobre o sono e o cérebro aos quais nunca tivemos acesso”, explicou Owen, que também é diretor científico da iniciativa BrainsCAN.

O Owen Lab está também a desenvolver novas definições das causas e consequências da memória, perceção e raciocínio em pessoas saudáveis e em pessoas com doenças neurodegenerativas. Este laboratório permite ainda que se faça um relatório sobre a saúde do nosso cérebro, “através de testes divertidos e válidos cientificamente” e “em menos de dez minutos”.

Fonte: http://observador.pt/

SUS passa a oferecer novo medicamento para esclerose múltipla

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O Sistema Único de Saúde (SUS) vai oferecer mais um medicamento para pacientes diagnosticados com esclerose múltipla, a teriflunomida, que ajuda a reduzir os surtos e a progressão da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, o remédio será o primeiro medicamento da primeira linha de cuidado, por via oral.

O tratamento estará disponível nas unidades de saúde de todo o país em até seis meses e deve atender a cerca de 12 mil pacientes que já são tratados na rede pública, além dos novos casos.

A esclerose múltipla afeta adultos na faixa de 18 aos 55 anos de idade. No Brasil, a taxa de prevalência da doença é de aproximadamente 15 casos por 100 mil habitantes. Há quatro formas de evolução clínica: remitente-recorrente, primariamente progressiva, primariamente progressiva com surto e secundariamente progressiva. A forma mais comum é a remitente-recorrente, representando 85% de todos os casos no início de sua apresentação.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune que acomete o sistema nervoso central, causando desmielinização e inflamação. O quadro clínico se manifesta, na maior parte das vezes, por surtos ou ataques agudos, podendo entrar em remissão de forma espontânea ou com o uso de corticosteroides.

Os sintomas mais comuns são neurite óptica, paresia ou parestesia de membros (sensações como formigamento, pressão, frio ou queimação), disfunções da coordenação e equilíbrio, mielites, disfunções esfincterianas e disfunções cognitivo-comportamentais, de forma isolada ou combinadas.

Atendimento

Atualmente, o SUS oferece seis medicamentos para o tratamento da doença: betainterferona (1a injetável e1b injetável); fingolimode 0,5mg; glatiramer 20 mg injetável; natalizumabe 300 mg; azatioprina 50 mg e o metilprednisolona 500mg. Além disso, o sistema público tem 277 hospitais habilitados como Unidade de Assistência ou Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia/Neurocirurgia em todo o país.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

 

Você sabe o que é Esclerose Múltipla? Confere o infográfico feito pela USP:

Dia do AVC – 2016

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Em comemoração ao dia internacional do AVC, em 29 de outubro de 2016, a NEUROLIGA organizou uma campanha de combate ao AVC, no Centro de Petrolina. Atendemos mais de 300 pessoas, oferecendo informações sobre o AVC, através de definição, exibição de fatores de risco, fatores de agravamento, dentre outros, mas focando principalmente em como identificar rapidamente que um indivíduo está sofrendo um AVC, e da importância do atendimento urgente e efetivo.

Também realizamos aferição de pressão arterial, medição de parâmetros como altura e peso, a fim de calcular o IMC. Avaliamos os fatores de risco dos indivíduos através do preenchimento de fichas, além de oferecer orientações individuais. E por fim, aqueles que apresentavam mais fatores de risco, foram levados para realização de exames sanguíneos, como avaliação de triglicerídios, glicose, dentre outros.

Externamos nossos agradecimentos a todos aqueles que se dispuseram a ajudar para que esse evento ocorresse, o professor e coordenador da liga, Dr. José Carlos Moura, a professora Graziela, os voluntários e a comunidade em geral que se fez presente.

Confere nossa galeria: